sábado, 21 de dezembro de 2013


A ALEGRIA DE AJUDAR

O homem e a mulher nasceram para ajudar e ser ajudados. Quando pequenos, sobretudo, necessitamos muito da ajuda dos pais e dos irmãos mais velhos, da babá e dos professores. Logo que desabrochamos para a juventude descobrimos a grande alegria de poder ajudar. Ajudar a criança, ajudar os pais, ajudar os professores, ajudar o colega, ajudar o idoso, enfim, ajudar.  Em contrapartida, o egoísmo leva muitos a abandonar essa belíssima vocação e colhem a tristeza e a depressão.

Confesso que estou muito feliz porque com 16 anos tomei a decisão de ser sacerdote, para estar a serviço do povo e especialmente dos mais necessitados. Quando, por algum motivo, não reparti a minha vida e não servi, me senti mal e cheio de tristeza. Com isso, descobri que a tristeza acompanha, sobretudo, os que não se dispõem a servir a sua família e a sua comunidade.

Deus não se alegra com a tristeza dos seus filhos e filhas. Por conta disso, enviou o seu filho Jesus a fim de nos ensinar o caminho da felicidade. O próprio Deus saiu de sua glória e assumiu a nossa condição humana para estar no meio de nós como aquele que serve. Ele armou a sua tenda no meio do povo e a todos ensinou que o caminho da felicidade passa, necessariamente, pela partilha e pelo serviço.

O nosso querido papa Francisco, nesses dias, brindou-nos com uma Exortação Apostólica intitulada Evangelii Gaudium, isto é, a alegria do evangelho. Com ela ele nos adverte dos perigos do egoísmo consumista e nos convida a sermos uma Igreja com cara de Domingo de Páscoa, isto é, uma Igreja cheia de alegria e festa. Mas isso só será possível seguindo as pegadas do nosso Natal, isto é, de Jesus, que veio para servir.  

Como pároco da Paróquia N. Sra. da Boa Esperança, quero agradecer a todos os que de alguma forma se empenharam na edificação desta comunidade. Os funcionários, os voluntários, os padres e religiosos, os dizimistas, os catequistas, os encarregados dos diversos serviços paroquiais, isto é, na Matriz e nas Comunidades.
Peço ao Menino Deus, que encha o coração e a tua casa de alegria e paz. Que essa alegria não se limite ao dia 25 de dezembro, mas esteja presente em todos os dias do ano de 2014, que já está batendo à porta!  Junto com a alegria traga saúde e vontade firme de continuar investindo no bem e ajudando outros a se engajarem nessa maravilhosa empreitada, isto é, de construir uma comunidade fraterna e solidária.

Que Nossa Senhora da Boa Esperança cubra, com o seu manto materno, a você e a sua família e os conserve amigos de Deus e dos irmãos!
Feliz Natal a você e um Maravilhoso ano de 2014, cheio de oportunidades para servir e se alegrar, são os votos do pároco, Pe. Arlindo Toneta

sábado, 14 de dezembro de 2013

PE. ARLINDO TONETA CELEBRA HOJE OS 33 ANOS DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL

 







“Hoje louvamos e agradecemos a Deus pelo dom de sua vida, de quem a Providência Divina se serviu a fim de nos permitir estar aqui para agradecer mais um ano de sua Ordenação Sacerdotal”

 

 
 

 

 

A Ordenação Sacerdotal é um momento marcante e significativo para a Igreja, pois reafirma a aliança de Deus com a humanidade. Não estamos sós. Cristo caminha conosco pela intercessão das mãos consagradas do Padre, que em cada celebração Eucarística O coloca vivo entre nós; pleno de misericórdia, perdão e amor.

Parabéns ao senhor neste dia tão grandioso e que Maria, mãe da Igreja plena do Espírito Santo lhe impulsione cada vez mais a assumir sua vida sacerdotal.
 

 
 

 
 

 

Estes são os sinceros votos de todos os seus: amigos, familiares, grupos, movimentos, comunidades, pastorais, funcionários e todos que fazem parte da Paróquia Nossa Senhora da Boa Esperança.

 
 
 
 

 



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Campanha para a Evangelização realiza coleta no próximo Domingo  

evangelize-ja
A Campanha para a Evangelização 2013 (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar, mostrando a urgência da evangelização. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do próximo domingo, 15 de dezembro.  A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os Regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com.
Criada em 1998 pela CNBB, a CE completa 15 anos, em 2013. Desde a sua implantação, vem buscando mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. “É uma forma de mostrar que todos nós somos chamados a colaborar, de forma concreta, para que tenhamos recursos em nossos projetos de evangelização”, explica o assessor nacional da campanha, padre Luiz Carlos Dias.
Motivação
O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, dom Murilo Ramos Krieger, explica o significado do tema escolhido para a CE 2013 “Eu vos anuncio uma grande alegria!” (Lc 2,10). “Queremos que a Campanha seja marcada pela alegria – alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores”, disse.
Diante da necessidade da evangelização, a Conferência dos Bispos criou uma campanha própria para sustentar as atividades pastorais de evangelização no país. “Descobrimos, então, que nosso povo, quando motivado, alegra-se por poder participar do processo evangelizador. Tanto isso é verdade que, pouco a pouco, tem crescido o resultado final da Campanha. Melhor resultado significa a possibilidade de abrir sempre mais o leque evangelizador”, comenta dom Murilo.
Fonte: http://cnbb.org.br/campanhas/evangelizacao/13309-2013-12-09-17-05-57 em 09/12/2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

AVISOS DA SEMANA






No dia 15 de dezembro, teremos aqui na Matriz Assembleia Paroquial (com todas as comunidades) – início às 14h - finalizando com a participação da santa missa das 18h. Trazer um prato/refrigerante para partilharmos juntos.

Convidamos todas as comunidades a participarem deste momento avaliativo, celebrativo e de planejamento.

A SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE!

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CONFISSÕES
Teremos mutirão dos padres do Setor Pinhais para atenderem as confissões na Matriz: quinta, dia 12 de dezembro, início às 20h – para todas as comunidades da paróquia.

"Jesus aguarda a todos para envolvê-los com o seu abraço de perdão misericordioso".

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LIVRO GOTAS DA NOVA EVANGELIZAÇÃO, escrito pelo Pe Arlindo
Poderá ser adquirido durante a semana, na secretaria -  no valor de R$ 15,00 – a arrecadação da venda dos livros será revertida para a paróquia.




Refl. Ev. 1219 (Lc 5, 17-26)


Deus quer curar o homem todo.

Num desses dias, ele estava ensinando na presença de fariseus e mestres da Lei, que tinham vindo de todos os povoados da Galileia, da Judeia e de Jerusalém. O poder do Senhor estava nele para fazer curas. Vieram alguns homens carregando um paralítico sobre uma maca. Eles tentavam introduzi-lo e colocá-lo diante dele. Como não encontrassem um modo de introduzi-lo, por causa da multidão, subiram ao telhado e, pelas telhas, desceram o paralítico, com a maca, no meio, diante de Jesus. Vendo a fé que tinham, ele disse: “Homem, teus pecados são perdoados”. Os escribas e os fariseus começaram a pensar: “Quem é este que fala blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, a não ser Deus?” Jesus, penetrando-lhes os pensamentos, perguntou: “Que estais pensando no vosso íntimo? O que é mais fácil, dizer: ‘Teus pecados são perdoados’, ou: ‘Levanta-te e anda?’ Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem poder de perdoar pecados na terra… eu te ordeno – disse ao paralítico –, levanta-te, pega tua maca e vai para casa”. No mesmo instante, levantando-se diante de todos, pegou a maca e foi para casa, glorificando a Deus. Todos ficaram admirados e glorificavam a Deus, cheios de temor, dizendo: “Vimos hoje coisas maravilhosas” (Lc 5,17-26).

O episódio de hoje revela que o amor do Pai deseja atingir o homem todo. Para que isso ocorra fica a exigência da fé da comunidade e ou da pessoa mesma. Jesus vendo a fé da comunidade que conduziu o doente até Jesus curou o mesmo. Não se limitou a curar as feridas visíveis, mas adentrou o ser humano e curou o seu coração ferido pelo pecado. Em outras palavras, curou o homem todo.

Jesus não lhe deu uma esmolinha para se livrar do pedinte, mas o curou para que pudesse assumir a sua história. Habilitou-o para que pudesse carregar a sua vida com autonomia, sem maiores auxílios da comunidade. Podia ter lhe dado uma sexta básica para criar um dependente, mas não. Ele lhe deu condições para que pudesse correr atrás das suas necessidades básicas.

Primeiro o curou na dimensão espiritual dizendo: “Homem, teus pecados estão perdoados”. Sim, queridos irmãos. Muitas vezes o que torna uma pessoa doente e  incapaz, são os seus pecados e a fraqueza espiritual. Não é suficiente dar-lhe terra ou um apartamento. O indivíduo necessita de base humana e espiritual para ficar de pé  e poder administrar a sua vida com responsabilidade e autonomia.  

Em segundo lugar, Jesus o curou na sua dimensão física dizendo: “Levanta-te, pega o teu leito e vai para a tua casa”. Com a graça de Deus circulando nas suas veias, mais facilmente o homem levantou-se com saúde e assumiu a sua cama e a sua casa com grande alegria.

Como pudemos ver, Jesus curou o homem todo e não apenas o físico como ocorreu com uma equipe médica que tratou de uma menina que atentou contra a própria vida ingerindo soda caustica. Ela deu entrada no hospital e toda a equipe se empenhou para recuperá-la com inúmeras cirurgias restauradoras da sua traqueia e esôfago. Depois de tanta luta estavam felizes porque o sucesso estava à vista. Depois de 3 meses lhe deram alta para que retornasse ao convívio com a família. Três dias depois ela deu entrada no pronto socorro com um segundo atentado contra a própria vida. Só então se deram conta que havia feridas mais profundas que deveriam ser tratada junto com a dimensão física.

Peçamos a graça de neste período de Advento aproximar-nos de Jesus cheios de fé a fim de que Ele nos cure integralmente e nos capacite para assumirmos a nossa vida e missão de cristãos. Falando nisso, quero recordá-los que no dia 12, quinta feira próxima, nós estaremos fazendo um mutirão de confissões com diversos sacerdotes atendendo na Matriz a partir das 20h.  Jesus aguarda a todos para envolvê-los com o seu abraço de perdão misericordioso.

 
Pe. Arlindo Toneta – Pároco –
Paróquia N. Sra. da Boa Esperança – Pinhais - PR

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Refl. Ev. 1217 (Mt 15,29-37)



Jesus cura a muitos e quer curar você também. 

Partindo dali, Jesus foi para as margens do mar da Galileia, subiu a montanha e sentou-se. Grandes multidões iam até ele, levando consigo coxos, aleijados, cegos, mudos, e muitos outros doentes. Eles os trouxeram aos pés de Jesus, e ele os curou. A multidão ficou admirada, quando viu mudos falando, aleijados sendo curados, coxos andando e cegos enxergando. E glorificaram o Deus de Israel. Jesus chamou seus discípulos e disse: “Sinto compaixão dessa multidão. Já faz três dias que estão comigo, e não têm nada para comer. Não quero mandá-los embora sem comer, para que não desfaleçam pelo caminho”. Os discípulos disseram: “De onde vamos conseguir, num lugar deserto, tantos pães que possamos saciar tão grande multidão?” Jesus perguntou: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete, e alguns peixinhos”. Jesus mandou que a multidão se sentasse pelo chão. Depois tomou os sete pães e os peixes, deu graças, partiu-os e os deu aos discípulos, e os discípulos os distribuíram às multidões. Todos comeram e ficaram saciados; e encheram sete cestos com os pedaços que sobraram (Mt 15,29-37).

A fome

A constatação que Jesus faz no deserto é que o povo tem fome e necessita comer para não desfalecer pelos caminhos.  Fala da sua compaixão para com esse povo, ou seja, sente com o povo a dor da fome.  Não fica apenas no sentimento, mas Desafia os discípulos a encontrarem uma forma de saciar essa necessidade básica da comunidade.
Em primeiro lugar manda investigar o que existe em termos de reservas de comida. Os discípulos constatam que existe comida guardada. Diante disso convida a partilhar com todos. Uma vez que todos colocam o que possuem em comum há comida para todos e ainda sobra um tanto. Com isso, Jesus quer ensinar que no mundo ninguém precisa passar fome ou desfalecer pelos caminhos. Basta que coloquemos em prática o milagre da confiança em Deus e partilhemos o que temos e logo todos serão saciados.
Para que isso aconteça, porém, necessitamos ser tocados por Jesus a fim de que os nossos olhos sejam abertos para a verdade, os mudos sejam sarados para que a comunicação amorosa seja restabelecida, e os ouvidos dos surdos sejam abertos para ouvir o clamor dos irmãos que têm fome e sede e os coxos sejam curados para caminhar na direção dos irmãos necessitados, evitando, desse modo, o abandono.
Eis o tempo do Advento, tempo favorável para nos aproximar de Jesus para sermos curados de todas as nossas enfermidades, que impedem o milagre da partilha e da fraternidade. Quantos de nós que guardamos e guardamos, mas ainda não aprendemos a repartir com os necessitados! Guardar é preciso, é claro. Quanto, porém, podemos guardar sem prejudicar o irmão e a minha irmã? Eis uma pergunta que os bioeticistas deveriam colocar na pauta da discussão, iluminados pelo Evangelho de Jesus, e colocar balizas que orientem para evitar a concentração excessiva de bens na mão de uns enquanto outros desfalecem pelos caminhos da vida.
Lamento afirmar, mas se as pessoas não forem tocadas por Jesus, isto é, pelo Amor de Deus, que sacia a cede e fome profundas do ser humano, esse milagre não vai acontecer. O milagre maior já aconteceu, isto é, Jesus como pão vivo descido do Céu, partilhou-se com todos os seus irmãos a fim de que estes se alimentem dele e assim fortes no amor pudessem fazer acontecer o milagre da partilha e da fraternidade, queridas por Deus. Nem todos, porém, aceitam esse plano de Deus. Escolhem tentar saciar a sua sede e fome com bens materiais. Como o coração do homem foi feito para Deus e não para as coisas, não há bens suficientes para encher o coração do homem e da mulher.  As consequências disso são demasiadamente conhecidas de todos nós, isto é, a superconcentração de alguns em detrimento dos demais.
Neste tempo de Advento Jesus quer tocar a cada um de nós que estamos um tanto doentes, cegos, coxos, mudos e surdos a fim de vivificar o milagre da Eucaristia e a consequente partilha e fraternidade universal.



Pe. Arlindo Toneta – Pároco – 
Paróquia N. Sra. da Boa Esperança – Pinhais - PR

Refl. Ev. 1215 (Lc 21,12-19)



Não perder as oportunidades.

“Antes disso tudo, porém, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e jogados na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Será uma ocasião para dardes testemunho. Determinai não preparar vossa defesa, porque eu vos darei palavras tão acertadas que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. A alguns de vós matarão. Sereis odiados por todos, por causa de meu nome. Mas nem um só fio de cabelo cairá da vossa cabeça. É pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida!” (Lc 21,12-19).

Boa tarde gente de Deus!

Todos nós procuramos oportunidades. Oportunidades de negócios, oportunidades de fazer uma boa compra, oportunidades de casar com uma boa menina ou um bom menino, oportunidades  de melhorar no emprego, etc. Estamos vigilantes para não perder essas oportunidades que surgem na nossa caminhada. Quando as perdemos normalmente, lamentamos, pois essa boa oportunidade foi-se e não volta mais.

No Evangelho de hoje Nosso Senhor Jesus Cristo fala de oportunidades. Prestemos a atenção para não perder mais algumas entre tantas que já perdemos deixando-nos frustrados. Fala de oportunidades de testemunhar a nossa fé. Quando aparecem essas oportunidades? Aparecem a toda hora, mas especialmente nos momentos difíceis da nossa vida. Quando perdemos o emprego, quando o marido que escolhemos não é tão bom, quando a esposa ou marido nos trai, quando somos criticados injustamente, quando somos caluniados, quando ficamos doentes, quando somos perseguidos por causa da Deus. 

Diante dessas e outras mil adversidades da vida humana temos excelentes oportunidades para manifestar a nossa Fé em Deus. Temos ótimas ocasiões para mostrar aos descrentes a força da nossa fé e assim evangelizarmos o mundo. Não podemos apenas lamentar o mal reinando absoluto e lavar a nossas mãos à maneira de Pilatos. Podemos apresentar a outra face, isto é, a força da nossa Fé que expulsa o mal e semeia o bem e a bondade.
           
Além disso, podemos fazer isso com alegria, conforme a Exortação Apostólica (Evangelii Gaudium) do papa Francisco, porque Deus nos assistirá, particularmente nesses momentos, com palavras acertadas e sábias que ninguém poderá rebater. Com o carinho de Deus poderemos mostrar que somos católicos convictos e movidos pela Fé e assim não perder essas ocasiões fortes para disseminar o Evangelho de Jesus. 

Que o Senhor nos faça Cristãos vigilantes para aproveitar de todas essas oportunidades para vender o peixe precioso da Fé em Jesus Cristo, tão necessários na nossa Igreja.




Pe. Arlindo Toneta - Pároco
- Paróquia N. Sra. da Boa Esperança - Pinhais - PR

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


AVISOS


NOVENAS DE NATAL


Já estão disponíveis na secretaria da Matriz, os livrinhos da Novena de Natal a um custo de R$1,00 apenas. Já somos convidados a organizar a novena em nossa rua, com nossos vizinhos e familiares e nos preparar para o Natal do Senhor.
 
Também temos à venda o livrinho da LITURGIA DIÁRIA. Um instrumento que nos ajuda a refletirmos dia a dia a Palavra do Senhor em uma linguagem mais fácil.  Adquira o seu.

 
LANÇAMENTO DO LIVRO DO PADRE ARLINDO: GOTAS DA NOVA EVANGELIZAÇÃO
Após as missas deste fim de semana, dias 23 e 24 de novembro; o valor de cada exemplar será de R$ 15,00 – a arrecadação da venda dos livros será revertida para a paróquia.
 







CATEQUESE

Convidamos a todos para participar da III Expocatequese 2013.
Será no dia 30 de novembro, sábado.
Início das 13h às 17h.
Trazer algum prato e/ou refrigerante, suco para fazermos um momento de partilha.
A partir das 19h teremos a balada cristã, com DJ e ministérios de música.

 
 


   



 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Refl. Ev. 1210 (Lc 17,20-25)

O Reino de Deus está no meio de vós.

Os fariseus perguntaram a Jesus sobre o momento em que chegaria o Reino de Deus. Ele respondeu: “O Reino de Deus não vem ostensivamente. Nem se poderá dizer: ‘Está aqui’, ou: ‘Está ali’, pois o Reino de Deus está no meio de vós”. E ele disse aos discípulos: “Dias virão em que desejareis ver um só dia do Filho do Homem e não podereis ver. Dirão: ‘Ele está aqui’ ou: ‘Ele está ali’. Não deveis ir, nem correr atrás. Pois como o relâmpago de repente brilha de um lado do céu até o outro, assim também será o Filho do Homem, no seu dia. Antes, porém, ele deverá sofrer muito e ser rejeitado por esta geração” (Lc 17,20-25).

O Reino de Deus Jesus já o havia apresentado com diversas comparações a fim de despertar a mente e o coração humanos dos judeus para essa realidade que estava no meio deles. Ele o comparou com o fermento que está no meio da massa a fim de levedá-la inteiramente. Ele o comparou com um grão de mostarda para dizer que um simples gesto de amor pode produzir um grande efeito positivo nas nossas relações humanas.  No mesmo capítulo 13 do Evangelho de Mateus, Jesus afirma que o Reino dos Céus é como uma lavoura de trigo no meio da qual cresce o joio também. Com isso indica que o bem e o mal crescem juntos e são parecidos, mas pelos frutos serão conhecidos e a sorte de um e do outro será bem diferente. Afirma também que o Reino dos Céus é como um tesouro escondido e que alguém o descobre e por isso, vende todos os seus tesourozinhos para comprá-lo.
Enfim, Jesus está dizendo que o Reino dos Céus não está aqui ou ali, como um fato ou um território visível aos curiosos olhos humanos. Jesus afirma que o Reino dos Céus está no meio de nós e pode ser identificados pelos olhos que buscam a Sabedoria de Deus, antes que satisfazer curiosidades puramente humanas. Afirma que o Reino dos Céus pode ser visualizado na bondade que se faz serviço e lava os pés do semelhante. Pode ser notado no pastor que incansavelmente vai atrás do irmão perdido para curar as suas feridas, para carregá-lo no colo e conduzi-lo para a comunidade com alegria e festa. Pode ser identificado na palavra de perdão misericordioso que tanto bem produz num coração ferido machucado e doente.
Particularmente pode ser visto, ouvido e acolhido na pessoa de Jesus, que é a maior manifestação visível do Reino de Deus, que vive e caminha no meio de nós. Passou no mundo fazendo o bem a todos e, após a sua morte e ressurreição, continua realizando maravilhas no coração dos homens e das mulheres de boa vontade. Quanto bem ele já realizou através da sua Igreja, que já está no terceiro milênio!
Querido leitor! Fazemos votos que os teus olhos batizados identifiquem o Reino de Deus, que está no meio de nós. Rezamos para que você o acolha a cada dia produzindo os frutos que saciam os corações humanos, sedentos de amor e verdade.




Pe. Arlindo Toneta – Pároco –

Paróquia N. Sra. da Boa Esperança – Pinhais - PR

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Refl. Ev. 1209 (Lc 17,7-10)

A nossa recompensa é Deus.


“Se alguém de vós tem um servo que trabalha a terra ou cuida dos animais, quando ele volta da roça, lhe dirá: ‘Vem depressa para a mesa’? Não dirá antes: ‘Prepara-me o jantar, arruma-te e serve-me, enquanto eu como e bebo. Depois disso, tu poderás comer e beber’? Será que o senhor vai agradecer o servo porque fez o que lhe havia mandado? Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos simples servos; fizemos o que devíamos fazer’” (Lc 17,7-10).


Normalmente nós seres humanos estamos sempre à procura de recompensas pelas nossas ações desenvolvidas. Acredito que pedagogicamente isso pode estimular a muitas pessoas a dar o melhor de si e consequentemente, desenvolver melhor os seus talentos naturais e assim, poder servir melhor a sua família e comunidade.
Sem desprezar isso, Jesus no seu Evangelho, quer ensinar qual é a grande recompensa dos seus seguidores. A forma como algumas traduções se apresentam são chocantes para as nossas mentes impulsionadas pela recompensa. Exemplo: “Somos servos inúteis”. Se formos servos inúteis por que Deus quer precisar de nós para servi-lo nos irmãos? Certamente não somos servos inúteis aos olhos de Deus. Somos filhos, servidores e muito preciosos aos seus olhos.
Qual é então essa grande recompensa dos cristãos? É o próprio Deus. Estar com Deus é o maior prazer dos que entendem o cristianismo. A nossa recompensa é poder conviver com Deus e servi-lo em cada irmão. Por isso, não focamos nas recompensas secundárias, mas em Deus que a nossa maior recompensa. Nesse sentido um homem de Deus é profundamente desprendido das coisas e pessoas para ficar com o tesouro maior, isto é, Deus.
A todos vocês que procuram a Deus para estar a seu serviço de forma gratuita faço votos que desfrutem, desde agora, da convivência com o Tesouro que dura para a eternidade.





Pe. Arlindo Toneta – Pároco – 
Paróquia de N. Sra. da Boa Esperança – Pinhais - PR

sábado, 2 de novembro de 2013

Refl. Ev. 1204 (Jo 11, 17-27)

Jesus é a ressurreição e a vida.

Quando Jesus chegou, encontrou Lázaro já sepultado, havia quatro dias. [...] Muitos judeus tinham ido consolar Marta e Maria pela morte do irmão. Logo que Marta soube que Jesus tinha chegado, foi ao encontro dele. Maria ficou sentada, em casa. Marta, então, disse a Jesus: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido. Mesmo assim, eu sei que o que pedires a Deus, ele te concederá”. Jesus respondeu: “Teu irmão ressuscitará”. Marta disse: “Eu sei que ele vai ressuscitar, na ressurreição do último dia”. Jesus disse então: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês nisto?” Ela respondeu: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que deve vir ao mundo” (Jo 11,17-27).

Diante do fato da morte de um ente querido, que choca a cultura antiga e a atual também, Jesus ilumina a questão com uma afirmação forte, dizendo: “Eu sou a ressurreição e a vida quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais”.
O Filho de Deus está dizendo que ele é a ressurreição e a vida e quem crê nele não morrerá jamais. Como seres mortais desejosos de não morrer nunca fica a possibilidade de grudar nele e não morrer jamais, uma vez que ele é a ressurreição e a vida.
Na data em que a Igreja celebra todos os mortos que tantas saudades deixaram em nossos corações é de fundamental importância acolher e viver essa Boa Nova do Evangelho e celebrar a vitória dos nossos irmãos junto a Jesus Ressuscitado. Eles não são mais condenados à morte, como entendem os que não possuem fé. Com Jesus Ressuscitado os nossos irmãos e irmãs, que tanto amamos, estão vivos celebrando o banquete da vida, onde não mais há sofrimento, dor, e luto, mas sim vida em plenitude. Nós também, de alguma forma, já somos vitoriosos com Cristo Ressuscitado. 
Portanto, queridos irmãos e irmãs, celebrar o dia dos mortos, para nós cristãos, não é mais um dia de tristeza, mas sim de vitória e alegria. Estamos celebrando a vitória de nossos entes queridos. Eles já estão no colo de Deus, de onde vieram e agora repousam nele para sempre. Num dia desses o Pai passou pela terra e carregou no colo os nossos irmãos e irmãs para assumirem o seu lugar no Banquete do Reino. Eles estão na paz de Deus intercedendo em favor de cada um de nós a fim de que sigamos os passos do Filho de Deus e cheguemos, um dia, a ocupar o nosso lugar no Céu.
Que a fé em Jesus, que é  a Ressurreição e  a Vida, nos leve a participar da alegria dos nossos irmãos e irmãs que já estão no Banquete do Céu!




Pe. Arlindo Toneta – Pároco – 
Paróquia N. Sra. da Boa Esperança – Pinhais - PR